Preso o criador de um vírus que roubava senhas em redes sociais

Preso o criador de um vírus que roubava senhas em redes sociais

A Guardia Civil foi preso na cidade de Torrelavega (Cantabria) uma pessoa crie e propagar um vírus que infectaba computadores roubo de senhas e usuários de várias redes sociais.

Este arquivo de computador, batizados com os nomes WhatsApp Win, WhatsApp PC y WhatsApp Espía, versão emulada do programa de mensagens popular para telefones celulares WhatsApp, mas adaptado para utilização com os computadores convencionais, a fim de, como anunciado, “WhatsApp espionar seu namorado e seus amigos ", observa como uma nota da instituição militar.

Longe de cumprir essa função deveria espionagem, aplicação, na verdade,, enviada diretamente para as senhas de login presos perfis de vítimas. O preso depois de usar essas teclas para acessar os seus conselhos e mensagens privadas, propagando de forma masiva, através Spam (mensagens publicitárias em massa), Ao fazer o download desta aplicação. Assim, poderia o chamado "efeito em cadeia", para continuar para infectar novas níveis de amizade, explica Guarda Civil.

O hackers Snooper preso na Operação utilizando técnicas de engenharia social, eles chamaram a curiosidade de milhões de usuários de redes sociais, tinham sites criados posando como oficial da empresa norte-americana WhatsApp INC e, portanto, promovido propagação viral indiscriminado baixar o software.

Durante a investigação, Guarda Civil foi constatado que o suposto criador do vírus para residir na cidade cantábrica de Torrelavega, que teve o seu próprio servidor que armazena todas as informações roubadas.

Em busca da sua casa, os agentes envolvidos um servidor que continha mais de 60 banco de dados contendo informações de milhares de pessoas espanhóis que tinham sido infectadas, e um escrita (Banco automatizado ordens), utilizado para enviar mensagens em massa com o vírus.

Também, vários sites onde estavam hospedados com pacotes prontos para download vírus de computador foram localizados. A operação foi realizada por agentes da Guardia Civil especialistas em pesquisa sobre crimes de telemática.